
Comunicado de Imprensa - 13JAN'12
A Associação Internacional dos Intérpretes de Conferência (AIIC) abre as suas portas aos intérpretes de línguas gestuais, a jusante de uma estreita colaboração e produtivas conversações entre a AIIC e a Associação Mundial e o Fórum Europeu dos Intérpretes de Língua Gestual.
A AIIC congrega cerca de 3000 intérpretes de conferência em todo o mundo. A WASLI e o EFSLI promovem os interesses profissionais dos intérpretes de línguas gestuais. As três associações partilham preocupações comuns, tais como deontologia e reconhecimento profissionais, condições de trabalho, formação e desenvolvimento profissionais.
Esta decisão de abrir as portas aos intérpretes de línguas gestuais - tomada por esmagadora maioria na Assembleia-Geral da AIIC a decorrer em Buenos Aires - põe as línguas gestuais em pé de igualdade com as línguas orais no mundo da interpretação de conferência.
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O consenso internacional sobre a formação de intérpretes de conferência
"Apesar de a interpretação ser formalmente ensinada desde a década de 40 do século XX, ainda há quem alegue que não existe bibliografia a respeito da formação de intérpretes e que é preciso descobrir como se dá essa formação.
É, também, comum nas instituições de ensino brasileiras a noção de que a formação de professores, de tradutores e de intérpretes pode ser feita num mesmo “pacote”, aliando-se, ainda, o próprio aprendizado da(s) língua(s) estrangeira(s) de trabalho. Este artigo pretende fazer um breve panorama histórico da formação de intérpretes em nível internacional, assim como discutir a existência de um consenso internacional no que tange à formação de intérpretes, a partir da bibliografia existente na área e da experiência pessoal do autor. Tal consenso foi denominado por Mackintosh (1995) “paradigma de ensino”, que fica bem claro, também, a partir do currículo das dezoito instituições de ensino superior que participam do consórcio denominado European Masters in Conference Interpreting. Incluem-se nele elementos como o excelente domínio da(s) língua(s) estrangeira(s) de trabalho antes do início do curso, a necessidade de o professor de interpretação ser intérprete, além de questões metodológicas específicas, como, por exemplo, o fato de a prática de consecutiva preceder a da simultânea. Propositalmente não se citam nominalmente quaisquer instituições brasileiras, a fim de descartar a possibilidade de o artigo ser entendido como propaganda institucional." (mais...)
PAGURA, R. - Tradução & Comunicação, Brasil, v.0, n.21, p.11-29, 2011.
Interpretação Simultânea ou de Conferência
De que se trata? A interpretação é uma das mais antigas profissões do mundo, sendo a consecutiva a sua forma mais simples. Apesar disso, continua a ser de importância vital no dia-a-dia. (mais...)
por Sheilah S. Cardno
Boas maneiras em cabina
We all know them, most of us have them and some of us try to explain them. I thought we could all benefit from thinking deeply about them and thus decided to have a go at setting them down on “paper” for late night perusal by young and my cohort alike. (mais...)
por Manuel Sant’Iago Ribeiro
Les différents métiers de l’interprétation
Q : Je veux devenir interprète!
Q : Quels sont les différents métiers de l’interprétation?
Q : Pourquoi cette différence?
Q : Y a-t-il des points communs entre ces différents métiers?
Q : Quelles sont les différences entre ces métiers?
Q : Mais le grand public ne fait pas de distinction entre les interprètes judiciaires,
les interprètes en milieu social et les interprètes de conférence. Pourquoi?
Q : Est-ce que n’importe qui peut devenir interprète?
Q : Mais alors, comment font les demandeurs pour distinguer les professionnels des autres?
Q : En fait, « être professionnel », qu’est-ce que cela veut dire?
Q : Est-ce que cela vaut pour tous ces différents métiers?
Q : Une dernière question: ces métiers sont-ils des métiers d’hommes ou de femmes? (mais...)
Respostas de Sílvia Camilo
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