A adesão de Portugal à União Europeia em 1986 veio impulsionar a procura de intérpretes de conferência, no país e no estrangeiro. Muitos dos que se formaram em Portugal trabalham enquanto intérpretes independentes ou funcionários em Bruxelas, Estrasburgo e Luxemburgo, enquanto outros que chegaram à interpretação através das instituições comunitárias trouxeram as suas competências para Portugal.
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Além de colaborarem com as instituições nacionais, os intérpretes AIIC Portugal trabalham com entidades internacionais como seja o Observatório das Drogas e a Agência de Segurança Marítima, partindo frequentemente em missão para as Nações Unidas, FMI, Banco Mundial, FAO etc..., muitas vezes em África.
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